GIRe³ UFSCar

Projeto de Extensão

31 de julho de 2012

Curiosidade: O PROBLEMÃO das pilhas

      As pilhas contêm metais muito tóxicos, como o mercúrio e o cádmio. Esses materiais quando jogados no lixo geram um alto nível de contaminação, trazendo problemas para o meio ambiente e para a nossa saúde!


     Tudo começa na hora da compra, nossa atenção deve ser dobrada. É muito importante saber que os PONTOS QUE COMERCIALIZAM têm que dispor de caixas ou recipientes para RECEBER A PILHA DO CONSUMIDOR, para posterior repasse aos fabricantes e importadores.


      O grande problema: 33% das pilhas e baterias usadas no Brasil são piratas e contém uma quantidade de mercúrio muito acima da permitida! Além disso, o fabricante ilegal não vai se responsabilizar pelas pilhas usadas. Por isso é muito importante prestar atenção na hora da compra e verificar se o local vai recolher essa pilha posteriormente - É LEI!
Saiba mais sobre clicando aqui.


      A natureza é composta por ciclos. A pilha que você descarta em local impróprio com seus  componentes tóxicos presentes, contaminam o solo e a água, chegando aos animais e vegetais de regiões próximas e, através da cadeia alimentar, atingem os seres humanos. 

      Esses resíduos são “cumulativos”, ou seja, continuam no organismo mesmo depois de anos! Lembrando que a nossa querida São Carlos está localizada em cima do maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo: o Aquífero Guarani.

 
    
      Os danos à saúde, causados pela contaminação de elementos tóxicos contidos nas pilhas, podem aparecer na forma de problemas cardíacos e pulmonares, distúrbios digestivos, osteoporose, disfunção renal e até depressão!

Vamos falar sobre SOLUÇÕES!

       Pra começar: prefira, sempre que possível, aparelhos que não precisem de pilha para funcionar.

      Utilize pilhas recarregáveis. Sua vida útil é mais longa!


      Jamais jogue as pilhas no fogo porque elas provavelmente explodirão! E principalmente, NUNCA jogue no mar, em rios ou no vaso sanitário, para não contaminar a água!


       E na hora do descarte, separem e levem à um ponto de coleta da sua cidade! Aqui em São Carlos além das escolas: Angelina (no Santa Felícia), Otávio Moura (Cruzeiro do Sul), Monsenhor Siqueira (Vila Jacobucci) temos...

Banco Santander no Campus da USP
 Supermercados Jáu Serve

 
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BCo UFSCar

      Conhece outro ponto de coleta de pilha em São Carlos? Ou na sua cidade? Deixe um comentário ou entre em contato pelo Facebook. 
Texto:Thamy Palo
Edição: @higorlopes

Grupo Gire³ UFSCar
 

28 de julho de 2012

Notícia: Prêmio Odebrecht Brasil
















O Prêmio tem como objetivo reconhecer e incentivar 
projetos que visam a sustentabilidade! 


      *Objetivos: O Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável tem como principais objetivos reconhecer e incentivar os jovens universitários que se propõem a pensar a engenharia em uma perspectiva sustentável e gerar conhecimento sobre o tema, difundindo essas novas ideias junto à comunidade acadêmica brasileira e à sociedade em geral. Entendemos que o desenvolvimento não pode parar e o nosso grande desafio é buscar soluções que atendam às necessidades de hoje sem comprometer as gerações futuras. Para trilhar os caminhos para o desenvolvimento sustentável, a Odebrecht está contando com a contribuição de estudantes universitários de todo Brasil. Afinal, é nas salas de aula que se encontra uma fonte inesgotável de talento e criatividade. 

*CRONOGRAMA PREVISTO PARA O CONCURSO:

13 Março – 24 de Setembro de 2012 – Divulgação do Prêmio, inscrição e envio (upload) dos projetos através do site.

04 de Outubro – 30 de Novembro de 2012 – Avaliação dos projetos (Comissões Julgadoras Interna e Externa).

2ª Quinzena de Dezembro – Divulgação dos resultados.

Março de 2013 – Cerimônia de premiação.
As datas em aberto serão posteriormente divulgadas no site do concurso.


   *As informações foram retiradas do próprio site. Confira todas as informações clicando aqui!

26 de julho de 2012

Curiosidade: O destino do Chiclete

 



      Pois é! O chiclete jogado no solo demora cerca de 5 anos para de decompor, fora que ao se jogar "por ai" nas ruas alguns pássaros confundem com comida por seu cheiro adocicado, se engasgam e podem morrer. 

      Para issso algumas cidades possuem soluções totalmente viáveis!
      Um deles começou em Londres. Cerca de 30 mil chicletes são descartados diariamente na Rua Oxford. Preocupada com a poluição e incômodo causados por esses chicletes, principalmente aqueles que ficam grudados nas calçadas, a design Anna Bullus criou o GumDrop.


       Outra empresa inglesa, a Gummy Bins, também tem sua proposta para o descarte das gomas de mascar. Só que aqui, os lixinhos têm a forma de ursinhos ou podem conter propagandas ou logos de empresas, como o cliente preferir.



       Separar o chiclete dos outros tipos de lixo é importante para permitir que ele seja reciclado. Sendo descartado em um lixo normal, ele normalmente gruda em outros resíduos, o que impede que seja utilizado para reciclagem.

 
Com informações do portal Atitude Sustentável


Sugestão: Sarah Affonso

por @higorlopes

Grupo Gire³ UFSCar

Curiosidade: Os sete pecados verdes

Díficil não encontrar alguns desses erros!

 Retirado da pagína Salve o Planeta

Notícia: Tecnologia brasileira transforma plástico em papel

       Uma nova tecnologia promete fazer com que o plástico seja usado de forma sustentável. A novidade permite que o seja possível fazer um papel, reaproveitando o plástico como matéria-prima. Além da importância ambiental do produto, ele ainda é resistente à água.

       A proposta é novidade na indústria da reciclagem. Mesmo assim, a proposta é ajudar a natureza poupando recursos naturais e reduzindo o descarte de milhares de embalagens que levam centenas de anos para se decompor.

       No processo de fabricação, materiais como tampinhas e rótulos de garrafa, embalagens de salgadinho e até sacolinhas de supermercado são reciclados e depois transformados em pequenos grãos até virar papel de plástico. Esta é uma alternativa que pode reduzir este material no meio ambiente gerando produtos úteis para a população.

       A textura é diferente do papel normal e isto é percebido quando ele é manuseado. Mesmo assim, um caderno feito com papel sintético pode ser usado normalmente, porque a tinta da caneta adere da mesma forma. Além da vantagem ambiental, estas folhas são boas por não rasgarem, nem molharem.

       Uma fábrica de Votorantim, no interior de São Paulo, é responsável por fazer o reaproveitamento do plástico. O mercado ainda é restrito, está no início, porém ele tem tudo para fazer sucesso nas prateleiras escolares principalmente. Este material já foi utilizado na impressão de revistas e livros para crianças.
         Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável, Sabetai Calderoni, o processo de fabricação que reaproveita o plástico na indústria não desperdiça recursos naturais. “Nós economizamos petróleo que é utilizado na composição do plástico, nós não precisamos gastar corte de árvore quando fabricamos o papel, se a gente utilizar a sucata. Tudo isso é toda economia de matérias-primas”, afirmou Calderoni ao SPTV.

Fonte: Ciclo Vivo
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