GIRe³ UFSCar

Projeto de Extensão

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22 de agosto de 2012

Curiosidade: Reciclagem do Isopor

hey hey galerinha, tudo bom?
Muitos não sabem mas o isopor pode ser reciclado! 
e mesmo sabendo que pode... 
você sabe como acontece a reciclagem do isopor?

 Porém não podemos esquecer que aqui em São Carlos não existem empresas interessadas nesse material tão precioso! Uma pena, não é mesmo? ://

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Existem diversos meios (de local para local, maquinário utilizado etc.) porém podemos esquematizar em três etapas:

1 - Na primeira, o isopor é recolhido e separado pela coleta seletiva e encaminhado para as cooperativas de reciclagem.

2 - Já limpo e segregado, o isopor passa por uma máquina que retira o gás presente em seu interior, formando o material em fardos compactos ou tarugos, que seguirão para a recicladora.

3 - Quando chega ao local da reciclagem, os EPS (isopor®) são triturados, derretidos e granulados, voltando a ser uma matéria prima que poderá ser utilizada na fabricação de diversos produtos, como molduras para quadros, objetos decorativos, solado plástico para calçados, rodapés, brinquedos, peças técnicas e até insumo para concreto leve. O isopor reciclado só não pode ser utilizado para embalar alimentos.

Veja essa reportagem da Tv Gazeta que explica o processo



Com informações de EcoDesenvolvimento


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Tem sugestões, dicas ou dúvidas?
mande um e-mail para nós:  gire.em.ufscar@gmail.com



GiRe³



20 de agosto de 2012

Curiosidade: Cidadão pode usar a internet para agendar coleta de eletroeletrônicos

Serviço gratuito em domicílio é realizado por empresa que separa e 
vende o material para diferentes indústrias

      Quem pratica o consumo consciente se depara com o dilema da falta de postos de coleta de recicláveis, principalmente quando se tratam de eletroeletrônicos. Sem saber onde entregar, muitos transformam parte da casa em depósito. Observando que a reciclagem é um nicho de mercado, uma empresa da cidade de São Paulo iniciou um serviço gratuito de recolhimento a domicílio de aparelhos eletrônicos em desuso por meio do agendamento na internet.
 
       Funcionando há pouco mais de um ano para a região metropolitana de São Paulo, a Cidadão Eco aceita equipamentos de informática, placas de computador, celular, carregadores, aparelhos de TV, som, DVD, câmeras, acessórios diversos, fios e até mídias (CDs, DVDs e vídeocassetes). Para pedir o serviço gratuito, é necessário acessar o site da empresa e preencher um formulário com nome, endereço, tipo de eletroeletrônico a ser entregue e data para o recolhimento.

       Os moradores de outras cidades e estados fora de São Paulo não são contemplados com a coleta, mas poderão encaminhar aparelhos obsoletos para a Cidadão Eco via correio.

       Depois de recolhidos, os eletrônicos são desmontados e vendidos para usinas de reciclagem. “Separamos plástico, vidro, ferro, papel e as partes eletrônicas, como placas e fios. Cada tipo de material é encaminhado para uma indústria diferente e reutilizado como matéria-prima”, explica Paulino Andrade, idealizador do projeto.

       Além de contar com o serviço online, a Cidadão Eco tem realizado parceria com estabelecimentos comerciais para que se tornem postos autorizados de descarte. O recolhimento nestes locais é feito a cada 200Kg de eletroeletrônicos acumulados.
 
Logística reversa
A logística reversa está contemplada na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e é um dos pontos fundamentais para o sucesso da gestão de resíduos no país. Regulamentada em dezembro de 2010 e ainda em processo de implementação pelo governo, as empresas terão até quatro anos para se adaptar à lei e se responsabilizar pelo recolhimento dos resíduos resultantes dos produtos que vendem.
 

 

Fonte: Akatu
 

16 de agosto de 2012

Notícia: Isopor vira tijolo em Bauru

Bauruenses usam a criatividade e fazem sua parte para 
preservar o meio ambiente


       Melhorar a relação humana com o meio ambiente e desenvolver tecnologias são duas das principais características dos projetos sustentáveis da escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) João Martins Coube, de Bauru.

        Seguindo esses passos, os alunos do curso técnico de edificações apresentam mais uma inovação para a construção civil: blocos de alvenaria feitos de gesso reciclado e isopor.

       Criado para ser capaz de compor paredes resistentes, os tijolos não propagam chama, ajudam a equilibrar a temperatura ambiente e são mais leves do que os disponíveis no mercado. “Já fizemos testes de resistência e, em termos de dureza, o tijolo foi classificado entre o latão e o alumínio. Quanto à resistência à compressão, o produto resiste de 60 a 70 quilos por centímetro quadrado”, explica Luiz Antônio Branco, arquiteto, professor do curso técnico de edificação do Senai e coordenador do projeto.

       Segundo Branco, a construção civil descarta grande quantidade de gesso e tal descarte representa alto custo para essa indústria por ser necessário deslocamento até o aterro de destino do material. “Outra incômodo é a necessidade de separar e armazenar o produto até a hora do descarte, o que ocasiona bloqueio de áreas úteis nos canteiros de obras. Mais uma razão para o surgimento da ideia, destaca”.

Frutos

        E tal ideia já tem rendido bons frutos. Em 2011, por exemplo, o projeto foi destaque no estande do Senai na Feira Internacional do Meio Ambiente Industrial (FIMAI), em São Paulo. Outro destaque foi o concurso Benchmarking Brasil Júnior, onde o trabalho de Bauru ficou entre os dez melhores projetos de todas as escolas técnicas de São Paulo.

 
Fonte: com partes de JCNET

9 de agosto de 2012

Centro de Ciências Agrárias assina parceria com a Cooperativa de Reciclagem Araras Limpa

Além de assumir compromisso social, a parceria busca ampliar relações com o Município

      No dia 6 de agosto, foi oficializado o convênio entre o Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFSCar e a Cooperativa de Reciclagem Araras Limpa. Com a parceria, que tem o objetivo de adequar o campus Araras da Universidade ao decreto nº 5.940, o campus dará uma destinação adequada aos resíduos contribuindo para uma função social, além de também conscientizar a comunidade acadêmica sobre a importância da separação do lixo.

      O Decreto Federal nº 5.940 estabelece essencialmente a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis.

      A coleta da cooperativa no CCA será feita semanalmente. A princípio serão três pontos de coleta no campus com contêineres que armazenarão lixos recicláveis, com exceção de papeis brancos, que terão um recolhimento específico. Com a parceria, a Universidade visa ampliar a consciência de seus alunos sobre a importância de separar o lixo reciclável do lixo orgânico. O campus, motivado com a parceria, também promoverá eventos de Educação Ambiental para a comunidade do CCA e para instituições de ensino do Município de Araras. De acordo com o diretor do CCA, Jozivaldo Morais, o centro está num processo de organização e adequação, objetivando melhorias no campus. "Esse vínculo com a Cooperativa além de ampliar a relação com o Município, assume também um compromisso social", conclui.

       Na reunião de assinatura do convênio estiveram presentes o diretor do Centro, Jozivaldo Morais; o coordenador da Comissão de Gerenciamento de Resíduos (CGR), Márcio Roberto Soares; docentes membros da comissão e representantes discentes; o diretor de gestão da cooperativa, Minoro Antonio Morimoto; e a presidente da etnidade Gisele Regina Borge.

       Com 30 cooperadores de baixa renda e apoio da Prefeitura Municipal de Araras, a Cooperativa recolhe 60% dos lixos recicláveis da cidade e meta é alcançar 100%. A Cooperativa parceira atende a todos os requisitos do decreto nº 5.940, com trabalhadores credenciados e sem fins lucrativos. "Foi sorte a nossa Araras possuir uma cooperativa como essa, nem todos os municípios possuem uma com tamanha organização", enfatiza Márcio Roberto Soares,  coordenador da CGR e docente do Departamento de Recursos Naturais e Proteção Ambiental (DRNPA) da UFSCar.

        A parceria com a Cooperativa de Reciclagem Araras Limpa foi estabelecida por meio da CGR , criada no início de 2012 e que tem o objetivo de adequar o CCA às diretrizes ambientais do Programa Permanente de Gestão e Gerenciamento Compartilhado de Resíduos Sólidos e de Coleta Seletiva Solidária na UFSCar. Além disso, busca viabilizar e implementar campanhas de redução, reutilização e de reciclagem de resíduos, promover eventos de Educação Ambiental  e oferecer treinamento e capacitação a alunos e servidores do CCA em temas voltados ao meio ambiente e ao gerenciamento de resíduos. Mais informações podem ser obtidas na página da CGR.

Fonte: Site UFSCar

28 de julho de 2012

Notícia: Prêmio Odebrecht Brasil
















O Prêmio tem como objetivo reconhecer e incentivar 
projetos que visam a sustentabilidade! 


      *Objetivos: O Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável tem como principais objetivos reconhecer e incentivar os jovens universitários que se propõem a pensar a engenharia em uma perspectiva sustentável e gerar conhecimento sobre o tema, difundindo essas novas ideias junto à comunidade acadêmica brasileira e à sociedade em geral. Entendemos que o desenvolvimento não pode parar e o nosso grande desafio é buscar soluções que atendam às necessidades de hoje sem comprometer as gerações futuras. Para trilhar os caminhos para o desenvolvimento sustentável, a Odebrecht está contando com a contribuição de estudantes universitários de todo Brasil. Afinal, é nas salas de aula que se encontra uma fonte inesgotável de talento e criatividade. 

*CRONOGRAMA PREVISTO PARA O CONCURSO:

13 Março – 24 de Setembro de 2012 – Divulgação do Prêmio, inscrição e envio (upload) dos projetos através do site.

04 de Outubro – 30 de Novembro de 2012 – Avaliação dos projetos (Comissões Julgadoras Interna e Externa).

2ª Quinzena de Dezembro – Divulgação dos resultados.

Março de 2013 – Cerimônia de premiação.
As datas em aberto serão posteriormente divulgadas no site do concurso.


   *As informações foram retiradas do próprio site. Confira todas as informações clicando aqui!

26 de julho de 2012

Curiosidade: O destino do Chiclete

 



      Pois é! O chiclete jogado no solo demora cerca de 5 anos para de decompor, fora que ao se jogar "por ai" nas ruas alguns pássaros confundem com comida por seu cheiro adocicado, se engasgam e podem morrer. 

      Para issso algumas cidades possuem soluções totalmente viáveis!
      Um deles começou em Londres. Cerca de 30 mil chicletes são descartados diariamente na Rua Oxford. Preocupada com a poluição e incômodo causados por esses chicletes, principalmente aqueles que ficam grudados nas calçadas, a design Anna Bullus criou o GumDrop.


       Outra empresa inglesa, a Gummy Bins, também tem sua proposta para o descarte das gomas de mascar. Só que aqui, os lixinhos têm a forma de ursinhos ou podem conter propagandas ou logos de empresas, como o cliente preferir.



       Separar o chiclete dos outros tipos de lixo é importante para permitir que ele seja reciclado. Sendo descartado em um lixo normal, ele normalmente gruda em outros resíduos, o que impede que seja utilizado para reciclagem.

 
Com informações do portal Atitude Sustentável


Sugestão: Sarah Affonso

por @higorlopes

Grupo Gire³ UFSCar

Notícia: Tecnologia brasileira transforma plástico em papel

       Uma nova tecnologia promete fazer com que o plástico seja usado de forma sustentável. A novidade permite que o seja possível fazer um papel, reaproveitando o plástico como matéria-prima. Além da importância ambiental do produto, ele ainda é resistente à água.

       A proposta é novidade na indústria da reciclagem. Mesmo assim, a proposta é ajudar a natureza poupando recursos naturais e reduzindo o descarte de milhares de embalagens que levam centenas de anos para se decompor.

       No processo de fabricação, materiais como tampinhas e rótulos de garrafa, embalagens de salgadinho e até sacolinhas de supermercado são reciclados e depois transformados em pequenos grãos até virar papel de plástico. Esta é uma alternativa que pode reduzir este material no meio ambiente gerando produtos úteis para a população.

       A textura é diferente do papel normal e isto é percebido quando ele é manuseado. Mesmo assim, um caderno feito com papel sintético pode ser usado normalmente, porque a tinta da caneta adere da mesma forma. Além da vantagem ambiental, estas folhas são boas por não rasgarem, nem molharem.

       Uma fábrica de Votorantim, no interior de São Paulo, é responsável por fazer o reaproveitamento do plástico. O mercado ainda é restrito, está no início, porém ele tem tudo para fazer sucesso nas prateleiras escolares principalmente. Este material já foi utilizado na impressão de revistas e livros para crianças.
         Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável, Sabetai Calderoni, o processo de fabricação que reaproveita o plástico na indústria não desperdiça recursos naturais. “Nós economizamos petróleo que é utilizado na composição do plástico, nós não precisamos gastar corte de árvore quando fabricamos o papel, se a gente utilizar a sucata. Tudo isso é toda economia de matérias-primas”, afirmou Calderoni ao SPTV.

Fonte: Ciclo Vivo

19 de julho de 2012

Notícia: Sustentabilidade será obrigatório nas universidades

      O governo brasileiro anunciou recentemente mais um importante passo para a disseminação das questões ambientais. A partir de 2013, a sustentabilidade deverá ser incluída no currículo acadêmico de todas as universidades brasileiras. A resolução já foi publicada no Diário Oficial da União e a aprovação da norma já foi assinada simbolicamente por Aloizio Mercadante, ministro da Educação.

      O projeto inicialmente é válido apenas para instituições universitárias, mas o objetivo é que, gradualmente, o ensino médio e fundamental recebam disciplinas especiais sobre sustentabilidade e meio ambiente.

      O membro do Conselho Nacional de Educação e pró-reitor da Fundação Getulio Vargas, Antônio Freitas Júnior, dimensiona a importância da iniciativa: “Não faz sentido ensinar finanças sem ensinar ética ou meio ambiente. 

      Educação superior é o começo, mas tem que ser em todas [as séries]. Incentivo a todos que façam ações. Não é só compromisso financeiro, precisamos de comprometimento dos governos”, declarou Freitas Júnior à Agência Brasil.

      De acordo com estudo publicado pelo Ministério do Meio Ambiente, 66% da população brasileira não conhece o significado do termo “consumo sustentável” e 55% ignora o termo “desenvolvimento sustentável”

Fonte:GreenStyle

14 de julho de 2012

Reportagem: Portal Rota da Reciclagem

 

Eai pessoal, tudo bom? 

Vocês já conhecem o Portal  Rota da Reciclagem? não? :O

      Nesse portal, que teve iniciativa da tetrapak,vocês podem achar a cooperativa que atuam na sua rua/bairro ou cidade além de pontos de entrega voluntárias (PEV's).
      Veja a seguir descrição do próprio site que pode ser conferida clicando aqui.

      O Portal Rota da reciclagem é mais uma ação da Tetra Pak a favor da reciclagem e em defesa do meio ambiente. Este espaço mostra de forma didática como qualquer pessoa interessada pode participar do processo de separação e entrega das embalagens longa vida para a reciclagem. Informa ainda onde estão localizadas as cooperativas de catadores, as empresas comerciais que trabalham com compra de materiais recicláveis e os pontos de entrega voluntária (PEV) que recebem embalagens da Tetra Pak.
Rota da Reciclagem - Tetra Pak

por @higorlopes






8 de julho de 2012

Reportagem: Reciclagem das latas de alumínio


Olá gente, tudo bom?
      Estava aqui navegando pelo portal Setor Reciclagem que trata sorbre diversos relacionados ao 3ºR. e achei essa matéria super interessante pois mostra de forma bem clara como é feita a reciclagem das famosas latinhas de aluminio. Confira a reportagem abaixo ou clique aqui para ser redirecionado à página da notícia. 
      Espero que vocês gostem!

Reciclagem das latas de alumínio

       A reciclagem de latas de alumínio é dividida em dez etapas. O alumínio não se degrada durante o processo e poder ser usada para o mesmo fim, ao contrário das garrafas plásticas, que depois de recicladas não podem guardar alimentos.
       O seu valor residual é alto, mais nobre do que o de outros materiais reutilizáveis, tornando-se uma fonte de renda para os seus coletores. Para se ter uma idéia desse valor, a sucata de latas de alumínio vale atualmente 33 vezes mais do que as de aço e 55 vezes mais que as garrafas de vidro. Desde a produção da latinha na fábrica até a sua volta aos centros de reciclagem, o tempo é de dois meses.

     Acompanhe um gráfico ilustrado com o processo de reciclagem das latas de alumínio:



Passo-a-passo da reciclagem de latinhas
  1. COMPRA: O consumidor compra as latinhas de alumínio no supermercado

  2. CONSUMO: Depois de usada, a lata vazia é levada aos postos de coleta ou então vendida aos sucateiros, que ganham mais ou menos R$ 3,00 para cada grupo de 75 latinhas

  3. COLETA: Nesses locais, as embalagens são prensadas com todas as suas partes (corpo, tampa e anel)

  4. PRENSAGEM: Neste estágio, as latas são prensadas novamente. Desta vez, em grandes fardos, como são chamados os “pacotes” volumosos e pesados, fáceis de serem transportados

  5. FUNDIÇÃO: As latinhas são derretidas em fornos especiais para latas de alumínio

  6. LINGOTAMENTO: Aqui todo o material é transportado em lingotes fundidos sob a forma de tiras, apropriadas para uma refusão ou transformação
     
  7. LAMINAÇÃO: Os lingotes passam por um processo de deformação plástica no qual o material passa entre rolos e se transforma em bobinas de alumínio
     
  8. NOVAS LATAS: As bobinas são usadas para fazer novas latinhas
     
  9. ENCHIMENTO: Na fábrica de bebidas, as latas passam por um processo de enchimento para ganhar aquele tradicional formato “oco” que conhecemos

  10. CONSUMO: Depois as latas são distribuídas mais uma vez aos pontos de venda, fechando o ciclo de reaproveitamento do alumínio
     por @higorlopes 
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