GIRe³ UFSCar

Projeto de Extensão

23 de agosto de 2012

Grupo Gire³ recebe espaço do Janela Aberta

Isso mesmo pessoal, no dia 6 de Julho o Jornal Janela Aberta abriu um importante espaço para o GIRe³. Leia a reportagem logo em seguida:


Sustentabilidade em São Carlos
      A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), realizada no Rio de Janeiro, em 1992, mais conhecida como Eco-92, reuniu representes de vários países para discutir meios sustentáveis de se viver no planeta. Um dos resultados da Eco-92 foi a Agenda 21, um programa de ações que visa a utilização de três fatores para que haja sustentabilidade, os 3 R’s: Redução, Reutilização e Reciclagem. Pensando em analisar a situação de São Carlos quanto ao emprego dos 3 R’s, além da conscientização da população sobre ao assunto, surgiu o GIRe³.

      Criado e composto por estudantes na Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, o Grupo de Incentivo a Redução, Reutilização e Reciclagem – GIRe³, desenvolve palestras, apresentações culturais e eventos direcionados ao entendimento e à aplicação dos conceitos da sustentabilidade em São Carlos. O grupo realiza pesquisas sobre a produção, destinação e reciclagem de resíduos sólidos no município.

      Thamy Bortolani, uma das integrantes do grupo, conta que os alunos já desenvolveram projetos como a criação de postos de coleta de lixo eletrônico dentro da UFSCar, e também participam do Projeto Canecas, que distribui canecas aos calouros do Campus. A disso, atuam no projeto “3 R’s na escola”, realizando visitas a escolas da cidade para conversarem com os alunos de modo a desenvolverem a conscientização ambiental, mostrando caminhos para a utilização das práticas de redução, reutilização e reciclagem em suas casas.

      Para atrair a atenção dos alunos mais novos, o grupo ainda realiza peças teatro que transmitem as informações de forma lúdica à criançada. “O teatro é uma apresentação que fazemos para as crianças menores no lugar da palestra, porque elas assimilam melhor assim”, conclui.

      O GIRe³ ainda é novo e pretende expandir suas atividades, visando englobar mais participantes e ampliar a área de abrangência. “Para isso, procuramos por empresas e pessoas parceiras, como o Janela Aberta, para que possamos ter material de divulgação, dentre outros recursos”, destaca Thamy.


Agradecemos a toda equipe do Janela Aberta!

E você? Acha que pode nos ajudar com alguma parceria?
Entre em contato conosco pelo nosso e-mail: gire.em.ufscar@gmail.com



22 de agosto de 2012

Curiosidade: Reciclagem do Isopor

hey hey galerinha, tudo bom?
Muitos não sabem mas o isopor pode ser reciclado! 
e mesmo sabendo que pode... 
você sabe como acontece a reciclagem do isopor?

 Porém não podemos esquecer que aqui em São Carlos não existem empresas interessadas nesse material tão precioso! Uma pena, não é mesmo? ://

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Existem diversos meios (de local para local, maquinário utilizado etc.) porém podemos esquematizar em três etapas:

1 - Na primeira, o isopor é recolhido e separado pela coleta seletiva e encaminhado para as cooperativas de reciclagem.

2 - Já limpo e segregado, o isopor passa por uma máquina que retira o gás presente em seu interior, formando o material em fardos compactos ou tarugos, que seguirão para a recicladora.

3 - Quando chega ao local da reciclagem, os EPS (isopor®) são triturados, derretidos e granulados, voltando a ser uma matéria prima que poderá ser utilizada na fabricação de diversos produtos, como molduras para quadros, objetos decorativos, solado plástico para calçados, rodapés, brinquedos, peças técnicas e até insumo para concreto leve. O isopor reciclado só não pode ser utilizado para embalar alimentos.

Veja essa reportagem da Tv Gazeta que explica o processo



Com informações de EcoDesenvolvimento


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Tem sugestões, dicas ou dúvidas?
mande um e-mail para nós:  gire.em.ufscar@gmail.com



GiRe³



20 de agosto de 2012

Curiosidade: Cidadão pode usar a internet para agendar coleta de eletroeletrônicos

Serviço gratuito em domicílio é realizado por empresa que separa e 
vende o material para diferentes indústrias

      Quem pratica o consumo consciente se depara com o dilema da falta de postos de coleta de recicláveis, principalmente quando se tratam de eletroeletrônicos. Sem saber onde entregar, muitos transformam parte da casa em depósito. Observando que a reciclagem é um nicho de mercado, uma empresa da cidade de São Paulo iniciou um serviço gratuito de recolhimento a domicílio de aparelhos eletrônicos em desuso por meio do agendamento na internet.
 
       Funcionando há pouco mais de um ano para a região metropolitana de São Paulo, a Cidadão Eco aceita equipamentos de informática, placas de computador, celular, carregadores, aparelhos de TV, som, DVD, câmeras, acessórios diversos, fios e até mídias (CDs, DVDs e vídeocassetes). Para pedir o serviço gratuito, é necessário acessar o site da empresa e preencher um formulário com nome, endereço, tipo de eletroeletrônico a ser entregue e data para o recolhimento.

       Os moradores de outras cidades e estados fora de São Paulo não são contemplados com a coleta, mas poderão encaminhar aparelhos obsoletos para a Cidadão Eco via correio.

       Depois de recolhidos, os eletrônicos são desmontados e vendidos para usinas de reciclagem. “Separamos plástico, vidro, ferro, papel e as partes eletrônicas, como placas e fios. Cada tipo de material é encaminhado para uma indústria diferente e reutilizado como matéria-prima”, explica Paulino Andrade, idealizador do projeto.

       Além de contar com o serviço online, a Cidadão Eco tem realizado parceria com estabelecimentos comerciais para que se tornem postos autorizados de descarte. O recolhimento nestes locais é feito a cada 200Kg de eletroeletrônicos acumulados.
 
Logística reversa
A logística reversa está contemplada na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e é um dos pontos fundamentais para o sucesso da gestão de resíduos no país. Regulamentada em dezembro de 2010 e ainda em processo de implementação pelo governo, as empresas terão até quatro anos para se adaptar à lei e se responsabilizar pelo recolhimento dos resíduos resultantes dos produtos que vendem.
 

 

Fonte: Akatu
 

16 de agosto de 2012

Notícia: Etiquetas do Inmetro sinalizam carros que poluem menos

      Etiquetas do Inmetro podem ser uma ajuda para quem quer comprar um carro e poluir pouco. Elas informam quantos litros são rodados com um litro de combustível, o que indica a eficiência energética do motor.

      A novidade é que até o fim do ano uma nova informação estará presente nas etiquetas: as emissões de dióxido de carbono, um dos gases do efeito estufa.
 
Informação pode ser fator de decisão para quem 
busca carros menos poluentes
 
      A medição é feita pelo Inmetro usando esteiras, que simulam ambientes de estrada e de cidades para ver o desempenho dos diferentes veículos. Como a etiquetagem não é obrigatória, as montadoras já certificaram apenas 105 modelos de carros. A gradação dos carros varia entre a letra “A”, para mais eficiente, até “E”, de pouco eficiente.


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A questão que fica é: E os processos que levam a produção de cada produto? 
Não seria interessante haver um maiores esclarecimentos sobre empresas que são 'menos' verdes em seus processos e não somente em seus produtos?

Notícia: Isopor vira tijolo em Bauru

Bauruenses usam a criatividade e fazem sua parte para 
preservar o meio ambiente


       Melhorar a relação humana com o meio ambiente e desenvolver tecnologias são duas das principais características dos projetos sustentáveis da escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) João Martins Coube, de Bauru.

        Seguindo esses passos, os alunos do curso técnico de edificações apresentam mais uma inovação para a construção civil: blocos de alvenaria feitos de gesso reciclado e isopor.

       Criado para ser capaz de compor paredes resistentes, os tijolos não propagam chama, ajudam a equilibrar a temperatura ambiente e são mais leves do que os disponíveis no mercado. “Já fizemos testes de resistência e, em termos de dureza, o tijolo foi classificado entre o latão e o alumínio. Quanto à resistência à compressão, o produto resiste de 60 a 70 quilos por centímetro quadrado”, explica Luiz Antônio Branco, arquiteto, professor do curso técnico de edificação do Senai e coordenador do projeto.

       Segundo Branco, a construção civil descarta grande quantidade de gesso e tal descarte representa alto custo para essa indústria por ser necessário deslocamento até o aterro de destino do material. “Outra incômodo é a necessidade de separar e armazenar o produto até a hora do descarte, o que ocasiona bloqueio de áreas úteis nos canteiros de obras. Mais uma razão para o surgimento da ideia, destaca”.

Frutos

        E tal ideia já tem rendido bons frutos. Em 2011, por exemplo, o projeto foi destaque no estande do Senai na Feira Internacional do Meio Ambiente Industrial (FIMAI), em São Paulo. Outro destaque foi o concurso Benchmarking Brasil Júnior, onde o trabalho de Bauru ficou entre os dez melhores projetos de todas as escolas técnicas de São Paulo.

 
Fonte: com partes de JCNET
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