GIRe³ UFSCar

Projeto de Extensão

14 de agosto de 2012

Programa de reciclagem de óleo de cozinha em SC quer entrar para o Guinness Book

        Um programa para reciclagem de óleo de cozinha realizado na Grande Florianópolis (SC) quer fazer parte do Guinness Book, o livro mundial de recordes. A intenção é receber 10 mil litros do resíduo entre 1º de setembro e 1º de outubro.

       Segundo a coordenação do Programa ReÓleo (http://www.acif.org.br/reoleo/), implementado pela Associação Comercial e Industrial de Florianópois (Acif), não existe esse tipo de recorde no Guinness Book.

       “Além da divulgação do nosso trabalho para o mundo, queremos conscientizar a população sobre algo tão simples, mas que pode ser feito em casa”, diz a coordenadora do ReÓleo, Renata Seara.


Equipe do Programa ReÓleo faz palestra sobre reciclagem; meta é coletar 10 mil litros
 

        Para participar, é preciso fazer cadastro gratuito por e-mail. Então, os voluntários devem armazenar óleo de cozinha, azeite ou gordura que sobra de alimentos dentro de garrafas pet, e encaminhá-las para pontos de entrega espalhados pela região.

        “Quem quiser, não precisa esperar até o dia 1º para participar do programa. Nossa intenção é de chegar ao recorde só com as pessoas em casa, já que bares, restaurantes e lanchonete já são obrigados por lei de fazer o recolhimento”, explica Seara.

       Se alguma área ainda não conta com um ponto próximo para coleta do material, a população pode sugerir a inclusão de locais, como mercados e escolas. A Acif disponibiliza garrafões, onde o resíduo é depositado.

       Uma empresa de reciclagem de óleos e gorduras vegetais do Paraná (a Ambiental Santos) fica responsável pela transformação do material em produtos de limpeza. Os itens são distribuídos entre os voluntários do programa, sem custo adicional.

      O ReÓleo é desenvolvido há 14 anos na região da capital catarinense, e já reciclou mais de um milhão de litros de óleo de cozinha.


Veja como enviar o óleo de cozinha para reciclagem



Fonte: Notícias Uol

13 de agosto de 2012

Cofrinho reaproveitando garrafas PET

     A norte-americana Martha Stewart ensinou uma técnica simples para transformar a garrafa PET em um cofrinho em formato de porco. O artesanato aplica a técnica de Upcycle e também serve para ensinar as crianças, como cuidar adequadamente das finanças.
Materiais necessários: 
-garrafa plástica, 
-papel colorido,
-tampas de garrafa,
-fita dupla face,
-cola, mola e estilete.
 
Como fazer: 
      O primeiro passo é fazer a higienização da garrafa. Para isso lave-a com água quente e sabão e deixe secar. Para fazer o cofrinho no formato de porco, as garrafas ideais são as mais achatadas, pois deixarão o “animal” mais gordinho. 
       Os papeis coloridos devem ser cortados no formato de olhos, orelhas e nariz. Também é interessante cortar uma fita de papel para passar em volta da garrafa, dando um toque especial ao artesanato. Para colar os recortes pequenos pode ser usada cola quente ou branca. Já o recorte maior, deve ser colado com fita dupla face.
Imagem:brincandonarede.com.br

       As tampinhas de garrafa serão usadas para fazer as patinhas, que também serão o apoio do cofre. As quatro “patas” devem ser coladas com cola quente, de forma simétrica.
      Assim, o cofrinho já está quase pronto, basta apenas usar o estilete para fazer o recorte da abertura para a entrada de moedas e colar a mola que fará a vez de “rabinho de porco”.

Imagem: meninasprendadas.blogspot.com

Tem outras ideias de Reutilização? manda pra gente!
 Nosso email é gire.em.ufscar@gmail.com!


Texto retirado de Ciclo Vivo

Espanha pretende gerar energia elétrica com sol do Saara

     Um audacioso projeto do consórcio alemão Desertec se prepara para gerar energia através de luz solar no deserto do Saara e alimentar a demanda da Europa. Em 2012, os primeiros painéis solares deverão ser montados no deserto e, se tudo correr dentro dos prazos, em 2015 a Espanha já terá boa parte de sua energia gerada no calor do Saara.

      O deserto do Saara recebe em seis horas de energia solar o que o mundo todo consome em um ano inteiro. O plano é chegar em 2050 com uma rede de usinas e transmissão que alimente a Europa, o norte da África e o Oriente Médio.

       As usinas consistirão em painéis metálicos que irão direcionar a luz do sol em tubulações onde a água irá evaporar. O vapor acumulado terá a pressão necessária para mover turbinas que, por sua vez, serão as geradoras da energia. A usina vai funcionar 24 horas por dia porque o calor será armazenado em grandes tanques de sal derretido.

Em 2050, ao menos 15% de toda a energia elétrica consumida na Europa 
pode ser gerada a partir do sol escaldante do deserto.
(Foto: Divulgação)

       O projeto foi acelerado pela decisão alemã de desativar todas as suas usinas nucleares até 2022. Além disso, com as recentes mudanças da chamada “Primavera Árabe”, o consórcio acredita que os países da região estarão mais abertos para um projeto desta dimensão. Os primeiros painéis solares da Desertec serão montados no Marrocos.

      O primeiro complexo, cuja construção deve começar ano que vem, ocupará uma área de 12 km², produzirá 150 megawatts/hora e custará 600 milhões de euros.


 Fonte:Techtudo

9 de agosto de 2012

Centro de Ciências Agrárias assina parceria com a Cooperativa de Reciclagem Araras Limpa

Além de assumir compromisso social, a parceria busca ampliar relações com o Município

      No dia 6 de agosto, foi oficializado o convênio entre o Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFSCar e a Cooperativa de Reciclagem Araras Limpa. Com a parceria, que tem o objetivo de adequar o campus Araras da Universidade ao decreto nº 5.940, o campus dará uma destinação adequada aos resíduos contribuindo para uma função social, além de também conscientizar a comunidade acadêmica sobre a importância da separação do lixo.

      O Decreto Federal nº 5.940 estabelece essencialmente a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis.

      A coleta da cooperativa no CCA será feita semanalmente. A princípio serão três pontos de coleta no campus com contêineres que armazenarão lixos recicláveis, com exceção de papeis brancos, que terão um recolhimento específico. Com a parceria, a Universidade visa ampliar a consciência de seus alunos sobre a importância de separar o lixo reciclável do lixo orgânico. O campus, motivado com a parceria, também promoverá eventos de Educação Ambiental para a comunidade do CCA e para instituições de ensino do Município de Araras. De acordo com o diretor do CCA, Jozivaldo Morais, o centro está num processo de organização e adequação, objetivando melhorias no campus. "Esse vínculo com a Cooperativa além de ampliar a relação com o Município, assume também um compromisso social", conclui.

       Na reunião de assinatura do convênio estiveram presentes o diretor do Centro, Jozivaldo Morais; o coordenador da Comissão de Gerenciamento de Resíduos (CGR), Márcio Roberto Soares; docentes membros da comissão e representantes discentes; o diretor de gestão da cooperativa, Minoro Antonio Morimoto; e a presidente da etnidade Gisele Regina Borge.

       Com 30 cooperadores de baixa renda e apoio da Prefeitura Municipal de Araras, a Cooperativa recolhe 60% dos lixos recicláveis da cidade e meta é alcançar 100%. A Cooperativa parceira atende a todos os requisitos do decreto nº 5.940, com trabalhadores credenciados e sem fins lucrativos. "Foi sorte a nossa Araras possuir uma cooperativa como essa, nem todos os municípios possuem uma com tamanha organização", enfatiza Márcio Roberto Soares,  coordenador da CGR e docente do Departamento de Recursos Naturais e Proteção Ambiental (DRNPA) da UFSCar.

        A parceria com a Cooperativa de Reciclagem Araras Limpa foi estabelecida por meio da CGR , criada no início de 2012 e que tem o objetivo de adequar o CCA às diretrizes ambientais do Programa Permanente de Gestão e Gerenciamento Compartilhado de Resíduos Sólidos e de Coleta Seletiva Solidária na UFSCar. Além disso, busca viabilizar e implementar campanhas de redução, reutilização e de reciclagem de resíduos, promover eventos de Educação Ambiental  e oferecer treinamento e capacitação a alunos e servidores do CCA em temas voltados ao meio ambiente e ao gerenciamento de resíduos. Mais informações podem ser obtidas na página da CGR.

Fonte: Site UFSCar

3 de agosto de 2012

Notícias: Estudo alerta para impacto de hidrelétricas na Amazônia

        O Observatório de Investimentos na Amazônia divulgou uma Nota Técnica para a sociedade brasileira alertando sobre a necessidade de uma urgente e profunda discussão sobre os impactos em escala que virão das hidrelétricas em construção ou planejadas para a Amazônia Legal.

       São 30 hidrelétricas com potencias e impactos variados, mas que em conjunto, poderão trazer uma nova configuração ambiental, social e territorial para a região, diz a nota. Com o documento – o primeiro de uma série que será divulgada até final do ano –, o Observatório pretende reunir informações sobre as hidrelétricas e discutir as dificuldades que o Estado brasileiro demonstra em avaliar, evitar e mitigar os impactos gerados por essas obras.
       
São 30 hidrelétricas com potencias e impactos variados. | Foto: Greenpeace
        No balanço do 1° ano do PAC II, divulgado em março de 2012 , é apresentado um conjunto de 27 Hidrelétricas – UHE, entre obras em avançado estágio de construção e obras que ainda não saíram do papel. Além destas já estão em fase inicial de licenciamento outras três: UHE Santa Isabel entre Pará e Tocantins; UHE Bem Querer e UHE Paredão, ambas em Roraima.

        No Plano, estão previstos investimentos da ordem de R$ 94,14 bilhões para construção de hidrelétricas na Amazônia. São R$ 67,38 bilhões para obras em andamento (Jirau, Santo Antônio, Belo Monte, Santo Antônio do Jari, Colider, Teles Pires, Estreito, Ferreira Gomes) e mais R$ 26,78 bilhões em novas UHEs (São Luiz do Tapajós, Jatobá, São Manoel, Sinop).

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